Wednesday, December 16, 2009

URGENTE - Acção Online

Apelo a Wen Jiabao para que seja colocado um travão à deslocação forçada de nómadas Tibetanos


O Primeiro-Ministro Chinês Wen Jiabao estará em Copenhaga, entre 17 e 18 de Dezembro, com o intuito de chegar a um acordo climatérico, juntamente com outros líderes mundiais, e no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climatéricas.

O vosso apoio conta!

A acção online está disponível em:

http://org2.democracyinaction.org/o/5380/p/dia/action/public/?action_KEY=1434

Saudações

Grupo de Apoio ao Tibete

Monday, December 14, 2009

Acção Urgente

Caros Amigos,
Apelamos ao envio de um email, dirigido aos cinco secretários do Partido Comunista Chinês que governam o Tibete (Zhang Qingli, Bai Enpei, Lu Hao, Liu Qibao e Qiang Wei) visando um travão à deslocação e sedentarização forçada de nómadas Tibetanos. Na medida em que tal terá um muito negativo impacto não apenas social, mas também ambiental.
Para envio de email p.f. acedam ao seguinte link:

Faixa "China Free Tibet" na Torre de Belém em Lisboa!







Sunday, December 13, 2009



Num incidente que chocou o mundo, uma jovem monja Tibetana, Kelsang Namtso, faleceu após a polícia Chinesa ter aberto fogo sobre um grupo de peregrinos que haviam fugido do Tibete, e se preparavam para atravessar o passe de Nangpa.

Os disparos foram testemunhados por vários montanhistas internacionais, alguns dos quais gravaram ou fotografaram os acontecimentos, assim como auxiliaram os Tibetanos.

Utilizando gravações originais dos montanhistas, encenações e entrevistas a testemunhas e sobreviventes, "Tibet: Murder in the Snow" conta-nos a história de jovens Tibetanos que anualmente arriscam as suas vidas para ilegalmente atravessarem oos Himalaias com o intuito de verem o seu líder espiritual, o Dalai Lama, ou entrarem na escola na Índia.

É uma viagem muito perigosa. Em Setembro de 2006, mais de 70 jovens viajaram durante três noites num camião em direcção a sul, rumo aos Himalaias. Os refugiados caminharam durante mais 10 noites, com roupas inadequadas, alimentos e água insuficientes, rumo ao ínfame Passe de Nangpa a mais de 6000 metros de altura.

Kelsang Namtso faleceu, vítima dos disparos impunes das autoridades Chinesas.

Não deixe de ver o filme, p.f. aceda a:

http://www.tibetcustom.com/mediagallery/media.php?f=0&sort=0&s=20091025112710363

Wednesday, December 9, 2009

Celebração do Dia Internacional dos Direitos Humanos



A segurança foi aumentada no condado de Nyakchukha (Ch: Yajiang), província de Sichuan após vários protestos apelando por um novo julgamento do reverenciado monge Tibetano, Tenzin Delek Rinpoche (em cima), detido pelas autoridades Chinesas em 2002

Durante o fim-de-semana tibetanos na área realizaram uma greve de fome, que entretanto já terminou.

Na área em questão, frequentemente fechada aos jornalistas estrangeiros, a segurança tem estado em alerta máximo após os protestos pacíficos que se estenderam pelo planalto Tibetano em Março de 2008.

Desde Sábado que tropas e polícias armados têm estado estacionados em Nyakchukha. Forças de segurança patrulham as ruas e foram erguidos postos de controlo para monitorizar os movimentos das pessoas.

Crê-se que no seguimento de protestos visando um novo julgamento para Tenzin Delek Rinpoche entre 70 a 150 pessoas tenham sido detidas.

Tenzin Delek Rinpoche é conhecido como um acérrimo defensor da religião e cultura Tibetana, numa altura em que ambas se encontravam severamente ameaçadas pelo influxo de migrantes Chineses. Foi condenado à morte em 2002 por alegado envolvimento bombista, acusação essa negada por Rinpoche. A sua sentença foi posteriormente alterada para prisão perpétua em 2005.

Cinco membros da família de Rinpoche deslocaram-se recentemente até Pequim com o intuito de entregar uma petição visando um novo julgamento. A petição havia sido assinada por 30,00 pessoas, no entanto os familiares de Rinpoche viram-se forçados a regressar até Sichuan, onde se deslocaram até ao tribunal municipal de Chengdu com o intuito de obter permissão para visitarem Rinpoche na prisão.

O ressentimento Tibetano relativamente ao domínio Chinês no Tibete tem sido alimentado pelas restrições religiosas, assim como pela competição com os migrantes Chineses Han, actualmente predominantes numa região tradicionalmente Tibetana.
Na próxima quinta-feira, dia 10 de Dezembro de 2009 será, mais uma vez, celebrado o Dia Internacional dos Direitos Humanos, assim como a atribuição do prémio Nobel da Paz a Sua Santidade o Dalai Lama, em 1989.

Na Assembleia da República de Portugal pelas 15h, os vários Grupos parlamentares e o Governo proferirão um pequeno discurso alusivo ao mesmo.

O Grupo de Apoio ao Tibete vem por este meio apelar para que no âmbito deste discurso, seja realizada menção à repressão sobre a qual continuam viver os Tibetanos no Tibete, passados 50 anos da ocupação Chinesa.

Os mais básicos direitos humanos são diariamente violados, não podendo os Tibetanos usufruir de liberdade de expressão, reunião e associação.

Relembramos as recentes condenações em Outubro passado, de quatro jovens Tibetanos acusados de terem participado nas acções pacíficas de protesto, que varreram o planalto Tibetano em Março do ano passado.

Informamos da morte esta semana da jovem monja, Yankyi Dolma, que faleceu vítima das torturas infligidas na prisão, após a sua detenção em Março deste ano.

Tememos pela sentença que será atribuída ao realizador do documentário "Leaving Fear Behind" detido desde Março de 2008, assim como pela saúde e maus-tratos infligidos a Tenzin Delek Rinpoche, condenado em 2202 à prisão perpétua.

FIM

Tuesday, December 8, 2009

China detem 11 Tibetanos devido a VCD "subversivo"




As autoridades Chinesas detiveram onze Tibetanos, na sua maioria monges, acusando-os de produzirem e distribuirem canções subversivas em VCD, de acordo com informação recebida pelo Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia.

Onze Tibetanos dos Mosteiros de Tsakho e Khakhor no Condado de Matoe (Ch: Maduo Xian) no Golog (Ch: Guoluo) foram detidos a 4 de Dezembro de 2009 por oficiais do Bureau de Segurança Pública.

De acordo com a mesma fonte, o video foi produzido por cinco monges dos dois mosteiros na cidade de Tsakho.

O VDC intitulado "Chakdrum Marpo" (Omen Sangrento) foi lançado no dia 1 de Setembro de 2009. É maioritariamente composto por canções cujas letras expressam nostalgia pelo líder Tibetano exilado, o Dalai Lama, a tristeza e impotência face às mortes dos Tibetanos após os protestos pacíficos que tiveram lugar no Tibete, no ano passado, a má governação e brutalidade Chinesa e a exploração mineira no Tibete.

No VCD foram incorporadas imagens da brutalidade e mortes de Tibetanos, por parte das autoridades Chinesas, em 2008.

Cerca de 5000 cópias do VDC foram distribuídas livremente por seis outros Tibetanos, no e em redor do condado de Matoe.

Enquanto que os distribuidores do VCD foram libertados após pagamento de fiança. Os cinco monges que produziram o VCD ainda se encontram sobre custódia policial.

Aos indivíduos libertados foi dado o prazo de 10 de Dezembro para obterem os VCDs distribuídos, sob a pena de serem novamente detidos. Devido ao facto dos VCDs terem sido distribuídos por uma área razoavelmente extensa, será practicamente impossível reaver os mesmos, sendo que a sua detenção é provável.

In
http://www.tchrd.org/press/2009/pr20091208.html

Monday, December 7, 2009

Tibete Terceiro Pólo: Pela primeira vez Tibetanos na conferência das NU sobre o clima solicitam acção relativamente ao Plateau Tibetano.

Uma delegação de Tibetanos encontra-se pela primeira vez presente nas negociações das NU's sobre as alterações climatéricas.

Os Tibetanos vieram até Copenhaga com o intuito de mostrarem como as políticas ambientais Chinesas relativamente ao planalto Tibetano estão a piorar a já existente situação de crise climatérica no local. Estas políticas estão também a fomentar no Tibete crises de direitos humanos, e muito possivelmente abrangendo mais de um bilhão de pessoas no sul e sudeste Asiático.

O Tibete, o maior e mais alto plateau do mundo, é também conhecido como o terceiro pólo da Terra devido ao facto de conter mais água fresca em reservas glaciares do que qualquer outra região, à excepção dos pólos norte e sul. O Plateau Tibetano está a aquecer ao dobro do resto do mundo; a grande maioria dos seus 40,000 glaciares estão a derreter, alterando fundamentalmente as reservas de água dos grandes rios Asiáticos que têm origem no plateau Tibetano e são necessários a mais de um bilhão de pessoas nos países vizinhos.

A China está a implementar uma política de deslocação de mais de dois milhões de nómadas Tibetanos das suas casas tradicionais nas vastas pastagens do planalto. Esta política, sendo empreendida sob a máscara da conservação do plateau, encontra-se relacionada como uma segunda estratégia de barrar e direccionar os rios Tibetanos, movimentando a água do resto da Ásia, direccionando-a para a China, com o objectivo de solucionar a grave crise de água enfrentada pela própria China.

Peritos presentes na conferência de imprensa apresentarão novos dados relativos à importância do Tibete como o Terceiro Pólo da Ásia e do resto do mundo, e discutirão como o conhecimento que os Tibetanos possuem acerca da sua própria terra representa a sua melhor hipótese de conservarem o frágil ecosistema que não só é de importância vital para os Tibetanos, mas também para o resto do mundo.

In
http://tibetthirdpole.org/media-center

Saturday, December 5, 2009

Cantor Tibetano detido pelas autoridades Chinesas




As autoridades Chinesas detiveram um jovem cantor Tibetano, muito popular no Tibete, acusando-o de compôr canções subversivas.

Tashi Dondrup foi detido na tarde do dia 3 de Dezembro, quando se encontrava escondido na cidade de Xining, capital da província Qinghai. Aí tomou refúgio após as autoridades terem banido a sua música.

O cantor profissional de 30 anos lançou no mês passado um album intitulado "Tortura sem Vestígios", de acordo com fontes ao jornal The Times. O album é composto por 13 canções que expressam nostalgia pelo exilado Dalai Lama, assim como relembram a repressão que se seguiu aos protestos contra a governação Chinesa no Tibete, em Março do ano passado.

Os 5,000 Cds foram rapidamente adquiridos pelos Tibetanos na região oriental do Tibete, Amdo, onde Tashi Dondrup é uma estrela local. As autoridades Chinesas de imediato baniram o album.

Oficiais na provínica central de Henan emitiram um mandato pela sua captura, dado Tashi ser membro da Companhia de Artes da Região Autónoma da Mongólia e de Henan.

O músico, filho de agricultores Tibetanos casou-se há dois meses.

In
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/asia/article6943997.ece

Thursday, December 3, 2009

AGRADECIMENTO




Caros Amigos,



Mais uma vez, vimos agradecer a todos os que generosamente colaboraram na campanha de angariação de fundos promovida pelo Grupo de Apoio ao Tibete, quando do excelente concerto dos Blasted Mechanism, no Sábado passado.



Entre doações e vendas juntámos 212 euros, e o objectivo desse montante era o financiamento da vinda de Palden Gyatso a Lisboa já este mês.



Infelizmente recebemos informação de que o visto concedido a Palden Gyatso (em cima imagem) em Nova Delhi, não é um visto Schengen, que lhe permitiria viajar para França, Suécia, República Checa e Portugal. É unicamente válido para a Austria, cujo Grupo de Apoio ao Tibete tomou a iniciativa de convidar Palden Gyatso e custear as despesas iniciais.



Desta forma utilizaremos o montante acima referido para saldar dívidas referentes a facturas anteriores, assim como para financiar as acções que realizaremos este mês e em Janeiro também.



Obrigada a todos !



Continuamos a contar convosco, por um Tibete Livre!



Saudações amigas,



Grupo de Apoio ao Tibete

Wednesday, December 2, 2009

ACÇÃO URGENTE PELA LIBERTAÇÃO DE TENZIN DELEK RINPOCHE !






O venerado líder Tibetano Tenzin Delek Rinpoche foi detido em 2002, tendo recebido uma sentença de morte suspensa por um crime que não cometeu.



O seu estado de saúde é actualmente crítico, tendo as autoridades Chinesas negado o seu pedido visando a obtenção de medicação Tibetana.



Tenzin Delek Rinpoche encontra-se detido numa prisão em Sichuan.



ENVIE UM EMAIL AO SECRETÁRIO DO PARTIDO Liu Qibao no Sichuan

de forma a que Rinpoche veja concedido o seu pedido de medicação Tibetana

e que seja imediata e incondicionalmente libertado!



http://org2.democracyinaction.org/o/5380/p/dia/action/public/?action_KEY=1349




Tuesday, December 1, 2009

ACÇÃO URGENTE !




Envie já um email aos líderes Chineses

para que coloquem um fim à deslocação dos




"Tibet's nomads, who have already lived sustainably on the Roof of the World for thousands of years, are thus essential to the long-term restoration, conservation and health of the very ecosystems and resources that China so desperately craves - and for which China invaded Tibet in 1949. Yet China continues to crush any voice, in Tibet and around the world, that dares speak up for Tibet's environment, for Tibetans' environmental human rights, and for all downstream communities affected by China's actions."


In
http://www.tibetnetwork.org/campaign-tibetthirdpole

Grupo de Apoio ao Tibete adere à Campanha "Tibet Third Pole"


Declaração de Missão e objectivos do Tibete Terceiro Pólo

O Tibete Terceiro Pólo advoga o direito fundamental dos Tibetanos à auto-determinação ambiental no seu país.


Visamos a plena participação dos Tibetanos em todos os aspectos relativos à requalificação, gestão, uso e conservação a longo prazo dos ecosistemas, serviços de ecosistema e zonas de conservação Tibetanas, para o benefício de todos os seres. Os Tibetanos foram e devem continuar a ser plenos parceiros ao nível da gestão dos ecosistemas do Tibete.

Visamos alianças e colaborações com cientistas, governos, ONGs e povos da Ásia cujo destino e futuro dependem dos serviços do ecosistema que o plateau Tibetano providencia. Juntos, trabalharemos com o intuito de atingir os seguintes objectivos:

- Fim da deslocação dos nómadas Tibetanos das pastagens de grande altitude do plateau Tibetano. Os Tibetanos em todo o plateau Tibetano têm o fundamental direito humano de determinar a melhor forma de habitar na sua terra, que conhecem há um milénio.

- Fim imediato do uso de qualquer espécie de terra que ameaçe os ecosistemas do plateau Tibetano, serviços do ecosistema e usos da terra sustentáveis. Encontramo-nos especialemnte preocupados com os recursos aquáticos do plateau Tibetano que fornece água a mais de um bilhão de pessoas em dez nações.

- Uma pesquisa científica independente e internacional dos ecosistemas do plateau Tibetano, dos serviços do ecosistema e das políticas de uso da terra. Apenas através da participação de cientistas e pessoas relevantes provenientes do Tibete, assim como das nações que dependem dos serviços do ecosistema Tibetano, poderá haver um exame rigoroso das condições ambientais, uma análise credível e interpretação dos dados, assim como uma abordagem equitativa e durável relativamente à adaptação e mitigação dos efeitos das alterações climatéricas na região.

A utilização de ferramentas e informações sociais e ecológicas, incluíndo conhecimento de ecosistemas tradicionais, para determinar a adapatação humana e do ecosistema apropriada, assim como estratégias de mitigação em nome da utilização sustentável de terra, em termos de iniciativas de conservação da natureza e das comunidades locais.
A criação e utilização activa de uma gestão de recursos local e trans-fronteiriça, transparente e inclusiva. Assim como de mecanismos de tomada de decisão que incluam todos os intervenientes, com especial destaque para os nómadas Tibetanos.

A criação de zonas de conservação ecologicamente estratégicas ao longo do plateau Tibetano com o intuito de restaurar e aumentar a saúde dos serviços do ecosistema. Para além de envolver e apoiar não apenas os modos de vida tradicionais e sustentáveis Tibetanos, mas também prácticas de utilização da terra.
Para mais informações p.f. consulte:

http://www.tibetthirdpole.org/

Sunday, November 29, 2009

Agradecimento

O Grupo de Apoio ao Tibete agradece aos Blasted Mechanism pela possibilidade de realização de uma campanha de angariação de fundos, ontem no Coliseu dos Recreios, assim como por um concerto memorável!

Agradecemos da mesma forma a todos os que auxiliaram e contribuiram!

Friday, November 27, 2009


Blasted Mechanism - Apoiantes do
Grupo de Apoio ao Tibete
amanhã no Coliseu dos Recreios pelas 21h30


http://www.youtube.com/user/BlastedMechanismTV

Thursday, November 19, 2009

Líder Parlamentar do Bloco de Esquerda pronuncia-se acerca de Dhondup Wangchen

O deputado José Manuel Pureza questionou o Governo, no dia 17 de Novembro, em requerimento dirigido ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, sobre que iniciativas tenciona levar a cabo para a defesa dos direitos humanos fundamentais postos em causa pelo Governo Chinês no processo contra Dhondup Wangchen e no seu julgamento, bem como que acções planeia realizar a fim de exigir a libertação deste realizador Tibetano. O líder do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda pretende ainda que o Governo esclareça que esforços pode encetar para que observadores internacionais possam estar presentes no julgamento de Dhondup Wangchen e para que este tenha acesso a aconselhamento legal.
Lembramos que o Grupo de Apoio ao Tibete, quando do início da Campanha por Dhondup Wangchen a 10 de Novembro, contactou todos os líderes dos Grupos Parlamentares. Do contacto realizado, saúdamos desde já a iniciativa e apoio do senhor deputado José Manuel Pureza.
Obrigada!
Grupo de Apoio ao Tibete


Tuesday, November 17, 2009

Presidente Obama apela a que a China recomeçe as conversações com os representantes de S.S. Dalai Lama

Para ler o artigo, p.f. aceda a:
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article6919699.ece#comment-have-your-say

Founder of Tibetan cultural website sentenced to 15 years

Kunchok Tsephel, an official in a Chinese government environmental department and founder of the influential Tibetan literary website, Chodme (‘Butter-Lamp’, www.tibetcm.com), has been sentenced to 15 years in prison on charges of disclosing state secrets, according to reports from Tibet received by Tibetan exiles.
Some of the charges are believed to relate to content on his website, which aims to protect Tibetan culture, and passing on information about last year’s protests in Tibet.The news emerged as US President Obama made a pointed reference during his visit to China about the importance of free flow of information and uncensored internet access.
Speaking to students in Shanghai today as part of a week-long visit to Asia, President Obama said: “I think that the more freely information flows, the stronger the society becomes, because then citizens of countries around the world can hold their own governments accountable.”
Thirty-nine year old Kunchok Tsephel was detained in the early hours of the morning on February 26. His house was ransacked and his computer, camera and mobile phone seized. His family had no idea where he was until last week, according to the same sources. They were summoned to court on November 12 to hear the verdict of 15 years imprisonment after a closed-door trial at the Intermediate People’s Court of Kanlho (Chinese: Gannan) Tibetan Autonomous Prefecture, Gansu province.
Kunchok Tsephel, who was born into a nomadic family in 1970 in Machu (Chinese: Maqu) county, Gannan, the eastern Tibetan area of Amdo, is fluent in Tibetan, English and Chinese. He studied English and Chinese languages at Beijing Nationality University and from 1997-99, continued to study English at North Western Nationality University in Lanzhou. In 2004, he was recruited as a Tibetan and English language teacher at the Tibetan Nationality Middle School in Machu. He founded his website on Tibetan arts and literature in 2005, together with a young Tibetan poet Kyabchen Dedrol.
The website, which was shut down by the authorities several times over the past few years, was self-funded with a mission of promoting Tibetan arts and literature.According to his friends, Kunchok Tsephel is in poor health after nine months of detention and interrogation and there are fears for his welfare.
Until his detention, he provided the main source of income for his family; his wife, who is also a government worker, is currently caring for their sick daughter.Kunchok Tsephel had undergone an earlier period of detention in 1995 linked to suspicion of involvement in political activities. He was tortured and interrogated but protested his innocence and was released without charge after two months.
One of Kunchok Tsephel’s close friends, who is now in exile, said today: “His family has endured nine months of agonizing waiting after Kunchok disappeared in February. Now they are even more distraught by this long sentence. Because the charges related to state secrets, they do not even know why Kunchok has been sentenced to 15 years, and he has been denied access to a lawyer.”
The Chinese government does not need to define what constitutes a ‘state secret.’ ‘State secrets’ laws and regulations are implemented through Communist Party controlled-government bodies that work together with state security, and through criminal laws, to create an opaque system that controls the classification of—and criminalizes the disclosure or possession of—state secrets.
The human rights monitoring organisation Human Rights in China states: “Tight control over this system by the government bureaucracy, headed by the National Administration for the Protection of State Secrets, gives the Chinese Communist Party leadership the power to classify any information it desires as a state secret and thereby keep or - even if it is already public - remove it from circulation. This information includes the state secrets laws and regulations themselves, and without public dissemination of these laws, it is exceptionally difficult for individuals to know for sure when they are violated.
Instead of the ‘harmonious society’ being called for by Chinese leaders, what remains is a controlled society where critical voices pay a heavy price.” (‘State Secrets: China's Legal Labyrinth,’ a report by Human Rights in China, June 12, 2007, http://hrichina.org/public/contents/press?revision%5fid=41505&item%5fid=41500).
Since protests broke out across Tibet in March 2008, the Chinese government has stepped up efforts to silence Tibetans from speaking about the unrest, and have strengthened attempts to cover up the torture, disappearances and killings that have been part of the crackdown. New campaigns directed against Tibetan culture and religion have been initiated, and now almost any expression of Tibetan identity not directly sanctioned by the state can be branded as ‘reactionary’ or ‘splittist’ and penalized with a long prison sentence, or worse. Tibetan intellectuals, writers and bloggers who have expressed views about the situation have been at increasing risk and a number have ‘disappeared’ or sentenced to prison terms (http://www.savetibet.org/media-center/ict-news-reports/fears-missing-tibetan-writer-continued-crackdown-writers-and-artists).

Thursday, November 12, 2009

Call to Action to President Obama on Tibet!


Take Action to urge U.S. President Obama to make real progress towards a just and lasting resolution for the Tibetan people during his first presidential visit to China in Nov 15th- 18th.

Copy paste this link:

http://actionnetwork.org/campaign/Obama_Tibet/

URGENTE - ENVIO DE CARTA AO PRESIDENTE OBAMA

A visita do Presidente Obama à China é uma ocasião vital para aumentarmos substancialmente a pressão de forma a que Dhondup Wangchen seja libertado por parte das autoridades Chinesas.

Por favor enviem a carta em baixo através do link mencionado, e de forma a que o Presidente Obama aborde o caso de Dhondup Wangchen com os líderes Chineses.
(A tradução da mesma para português também se encontra disponível).

Link de contacto:
http://www.whitehouse.gov/CONTACT/

LETTER FROM TIBET SUPPORT GROUP PORTUGAL TO PRESIDENT OBAMA

Dear Mr. President:

I write to you as a supporter of the Tibet Support Group in Portugal to urge you to make Tibet a substantive and results-oriented part of the agenda during your trip to China in November. Furthermore, in light of the news just confirmed by the British government of the execution of two Tibetans in Lhasa, following trials that failed to meet even minimal international judicial standards, we urge you condemn these executions and to press for a moratorium on capital punishment in Tibet pending effective rule of law reform.

In your approach to foreign policy, you have stressed that deeds, not simply words, are needed to solve problems. And, in her visit to China in February, Secretary of State Clinton expressed her fatigue with rote exchanges of position with Chinese officials, voicing a desire for new and creative approaches. We look to you to generate and implement such approaches.

When you meet President Hu, we strongly urge you to move beyond pro forma statements of support for Tibet in order to help make real progress toward a fair and lasting resolution for the Tibetan people.

I further urge that the deliverables from the China visit include concrete progress on the following critical issues:

• The opening of a U.S. consulate in Lhasa, Tibet;
• The release of Dhondup Wangchen, a Tibetan filmmaker who is being tried in secret for exercising his basic right to freedom of expression by interviewing Tibetans in Tibet;
• The elimination of discriminatory travel restrictions, both on visits to and within Tibet by foreign tourists, journalists, and diplomats, and on Tibetans seeking to travel within the PRC and abroad (including difficulties in obtaining passports);
• The long-standing request for access by U.S. officials to Gedun Choekyi Nyima, the 11th Panchen Lama;
• The provision of humane treatment and verifiable due process for all Tibetans in detention.

You are undoubtedly aware that the absence of a meeting with the Dalai Lama in October, thus forgoing two decades of Presidential tradition, was widely seen as a concession to the Chinese government, which has occupied Tibet for over 50 years and continues a fierce campaign to denounce the Dalai Lama. It is, therefore, essential for you to clarify your decision to meet His Holiness only after you return from China and to explain your Administration’s new strategy on Tibet.

Furthermore, I trust that when you meet with the Dalai Lama after your return from China this visit will take place in the Oval Office, a location appropriate for a fellow Nobel Peace Prize winner.

The American people have consistently demonstrated their overwhelming support for Tibet, and you are uniquely positioned to translate this support into concrete action that could change the course of history for six million Tibetans and signal to the world that nonviolence can triumph over violence and oppression.

I look forward to hearing about the progress you make during your visit to China in November.

Best wishes,

……………………………….
(nome)

Wednesday, November 11, 2009

CARTA DO GRUPO DE APOIO AO TIBETE DE PORTUGAL PARA O PRESIDENTE OBAMA:

Caro Senhor Presidente:

Escrevo-lhe como apoiante do Grupo de Apoio ao Tibete - Portugal para lhe pedir que inclua o Tibete como parte e resultados da sua agenda política durante a viagem que realizará à China, em Novembro. Além disso, tendo em conta as notícias confirmadas pelo governo Britânico da execução de dois Tibetanos, em Lhasa, na sequência de julgamentos que não cumpriram sequer o mínimo das normas internacionais de justiça, nós pedimos que o Presidente Obama condene estas execuções e que pressione o adiamento da pena capital no Tibete.

Na sua abordagem sobre política externa, sublinhou que actos, não apenas palavras, são necessários para resolver problemas. E, na sua visita à China, em Fevereiro, a Secretária de Estado Hillary Clinton expressou a sua fadiga em relação às mudanças de posição das autoridades Chinesas, expressando o desejo de novas e criativas abordagens. Esperamos que o Senhor Presidente possa gerar e implementar estas abordagens.

Quando se encontrar com Presidente Hu, recomendo-lhe para ir além das declarações pro-forma de apoio ao Tibete, a fim de se alcançar um progresso real que leve a uma decisão justa e duradoura para o povo Tibetano.

Gostaria ainda que dos resultados da sua visita à China possam estar progressos concretos sobre as seguintes questões críticas:

• A abertura de um consulado dos Estados Unidos, em Lhasa, no Tibete;
• A libertação de Dhondup Wangchen, um cineasta tibetano que está a ser julgado em segredo por exercer o seu direito fundamental à liberdade de expressão ao entrevistar Tibetanos no Tibete;
• A eliminação das restrições discriminatórias de viajar para o Tibete e de visitar o território localmente para turistas estrangeiros, jornalistas, diplomatas e tibetanos que procuram viagens na China e no estrangeiro (incluindo dificuldades na obtenção de passaportes);
• O pedido de acesso das autoridades Norte-Americanas a Gedun Choekyi Nyima, o 11.º Panchen Lama;
• A oferta de tratamento humanitário e a devida verificação dos processos de todos os Tibetanos detidos.

Decerto saberá que a ausência de um encontro com o Dalai Lama em Outubro, cortando com duas décadas de tradição Presidencial, foi visto como uma concessão ao Governo chinês, que ocupou o Tibete há mais de 50 anos e que continua uma feroz campanha de acusação ao Dalai Lama. É, portanto, essencial que o Presidente Obama, após oregresso da China, clarifique a sua decisão quanto a um encontro com Sua Santidade e que explique qual será a nova estratégia da sua Administração para o Tibete.

Além disso, espero, quando se encontrar com o Dalai Lama, que esta visita possa ter lugar no Salão Oval, um local apropriado para receber um colega também laureado com o Prémio Nobel da Paz.

O povo Americano tem constantemente demonstrado um forte apoio ao Tibete e o Senhor Presidente está numa posição única para traduzir este apoio em acções concretas que poderão mudar o curso da história de seis milhões de Tibetanos e assinalar ao mundo que a não-violência pode triunfar sobre a violência e a opressão.

Estou ansioso/a por tomar conhecimento dos progressos que o Presidente Obama fará durante a sua visita à China, em Novembro.

Atenciosamente,

-----------------------
(nome)

Tuesday, November 10, 2009

China Is Trying a Tibetan Filmmaker for Subversion




CHONGQING, China — A self-taught filmmaker who spent five months interviewing Tibetans about their hopes and frustrations living under Chinese rule is facing charges of state subversion after the footage was smuggled abroad and distributed on the Internet and at film festivals around the world.


The filmmaker, Dhondup Wangchen, who has been detained since March 2008, just weeks after deadly rioting broke out in Tibet, managed to sneak a letter out of jail last month saying that his trial had begun.


“There is no good news I can share with you,” he wrote in the letter, which was provided by a cousin in Switzerland. “It is unclear what the sentence will be.”


As President Obama prepares for his first trip to China next month, rights advocates are clamoring for his attention in hopes that he will raise the plight of individuals like Mr. Wangchen or broach such thorny topics as free speech, democracy and greater religious freedom.
With hundreds of lawyers, dissidents and journalists serving time in Chinese prisons, human rights organizations are busy lobbying the White House, members of Congress and the news media.


In some ways, the pressure has only intensified since Mr. Obama won the Nobel Peace Prize, raising expectations for him to carry the torch of human rights.



Lhadon Tethong, executive director of Students for a Free Tibet, said Mr. Obama had an obligation to press Mr. Wangchen’s case and the cause of Tibetan autonomy in general, given his decision not to meet the Dalai Lama in Washington this month.
That move, which some viewed as a concession to China, angered critics already displeased with what they say was Secretary of State Hillary Rodham Clinton’s failure to press human rights during a visit to China in February.
“Beijing is emboldened by such moves,” Ms. Tethong said. “They see a weakness in the U.S. government, and they’re going to exploit it. This idea that you’ll gain more through some backroom secret strategy does not work.”


Until now, the case of Mr. Wangchen, 35, has received little attention abroad. Uneducated and plainspoken, he was an itinerant businessman until October 2007, when he bought a small video camera and began traveling the Tibetan plateau interviewing monks, yak herders and students about their lives.


Tsetring Gyaljong, a cousin who helped him make the documentary, said that Mr. Wangchen’s political awareness was sharpened nearly a decade ago, when he witnessed a demonstration in Lhasa, the Tibetan capital, that was quickly broken up by public security officers.


“He saw how it was dissolved in two or three minutes and how everyone was taken away,” said Mr. Gyaljong, speaking from Switzerland, where he has lived in exile since escaping from Tibet. “There were no pictures, no testimonies, and he felt like the world should know that Tibetans, despite the Chinese portrayals, are not a happy people.”


Out of 40 hours of footage and 108 interviews came “Leaving Fear Behind,” a 25-minute documentary that is an unadorned indictment of the Chinese government. Although given the choice to conceal their identities, most of his subjects spoke uncloaked and freely expressed their disdain for the Han Chinese migrants who are flooding the region and their love for the Dalai Lama, who has lived in exile since 1959.


In his own comments at the start of the film, Mr. Wangchen said the approach of the 2008 Olympics had compelled him to record the feelings of Tibetans, many of whom were less than enthusiastic about the decision to hold the Games in Beijing.
“We have no independence or freedom, so Tibetans have no reason to celebrate,” said one young woman standing by a road. “The Chinese have independence and freedom, so this is something they can celebrate.”


On March 10, 2008, Mr. Wangchen traveled to Xi’an in central China to hand over the tapes to Dechen Pemba, a British citizen who ferried them out of the country. That same day, a protest in Lhasa turned into a rampage that left at least 18 people dead, most of them Han Chinese.
On March 26, Mr. Wangchen and Golog Jigme, a Buddhist monk who helped him make the film, were arrested. Mr. Jigme was subsequently released. “It really is a remarkable coincidence,” Ms. Pemba said.


Mr. Wangchen’s family hired a lawyer, but the authorities barred him from court last July, leaving Mr. Wangchen with a public defender.
Before he was forced to drop the case, the lawyer, Li Dunyong, said Mr. Wangchen had told him that he was tortured and that he had contracted hepatitis B while in custody. Since then, he has been held incommunicado. Officials at the Xining Intermediate Court in Qinghai Province, where Mr. Wangchen is being held, would not comment on his case.
Mr. Wangchen seemed acutely aware that his project could get him in trouble. Just before he began filming, he sent his wife and their four children to India, where they live along with his elderly parents.


In an interview from Dharamsala, where she works as a baker, Mr. Wangchen’s wife, Lhamo Tso, said she feared she might not see him again for many, many years.
“As a wife, I’m very sad to be without the person I love so much,” she said. “But if I can separate out that sadness, I feel proud because he made a courageous decision to give a voice to people who don’t have one.”
In

Monday, November 9, 2009

CAMPANHA POR DHONDUP WANGCHEN



"A few days ago I had a terrible nightmare and I struggled with the thought that something terrible has happened at home. I am worried about my aged father and mother. I am very much worried. Would it be possible to inform me about their situation? Please be frank with me. With regard to my situation there is no need to worry. I will face my fate. While I am aware that a release will be very difficult and I may remain here for a longer period there is a feeling that I have failed to be a more caring son for my parents. My trial has started. There is no good news I can share with you. It is unclear what the sentence will be."

Nomes e contactos dos grupos parlamentares

Grupo Parlamentar do Partido Socialista
http://www.parlamento.pt/Paginas/CorreioGPPS.aspx


Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata
http://www.parlamento.pt/Paginas/CorreioGPPSD.aspx


Grupo Parlamentar do Partido Popular
http://www.parlamento.pt/Paginas/CorreioGPPP.aspx


Grupo Parlamentar do Partido do Bloco de Esquerda
http://www.parlamento.pt/Paginas/CorreioGPBE.aspx


Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português
http://www.parlamento.pt/Paginas/Contactos.aspx


Grupo Parlamentar do Partido Ecologista "Os Verdes
http://www.parlamento.pt/Paginas/CorreioGPPEV.aspx

Carta aos líderes Parlamentares


Exmo Sr. Presidente do Grupo Parlamentar do Partido ... (inserir nome do partido político)

Dirigo-me a si como meu representante no parlamento e com o intuito de solicitar que aborde o governo Português para que este pressione a China a libertar Dhondup Wangchen, realizador Tibetano, detido em 2008 por ter exercido o seu direito à liberdade de expressão.

Dhondup Wangchen [Chinês: Dunzhu Wangqin] foi detido no Tibete a 26 de Março 2008 devido a ter filmado entrevistas a Tibetanos, questionando-os acerca das suas opiniões sobre os Jogos Olímpicos, o Dalai Lama e as políticas governamentais Chinesas no Tibete. (As entrevistas conseguiram ser passadas para fora do Tibete, traduzido-se no filme documentário "Leaving Fear Behind", que fornece um olhar raro sobre a realidade dos Tibetanos que vivem sob a ocupação Chinesa. O filme já foi exibido em mais de 30 países e também pode ser visionado em http://www.leavingfearbehind.com).

De acordo com informação fornecida por fontes oficiais, Dhondup Wangchen foi formalmente detido em Julho 2008 sob suspeitas de ter "incitado ao separatismo" e espionagem. Foi acusado em Junho 2009. É provável que o julgamento de Dhondup Wangchen já tenha começado. Recentemente a sua família recebeu uma carta, enviada por Dhondup Wangchen na prisão e onde se lia:

"Alguns dias atrás eu tive um pesadelo terrível e lutei com o pensamento de que algo horrível havia acontecido em casa. Preocupo-me com os meus pais, já em idade avançada. Estou muito preocupado. Seria possível informarem-me acerca da sua situação? Por favor digam-me a verdade. Relativamente à minha situação, não têm que se preocupar. Eu enfrentarei o meu destino. Sinto-me consciente de que a minha libertação será algo muito difícil e eu poderei permanecer aqui durante um período mais longo, sinto que falhei por não ter sido um filho tão atento para com os meus pais. O meu julgamento já começou. Não são boas as notícias que tenho para partilhar convosco. A minha sentença é uma incógnita."

Para além disso, recentemente a China forneceu a um governo estrangeiro a informação de que o caso estava "agora sob procedimentos judiciais." Se condenado, Dhondup Wangchen poderá enfrentar uma longa sentença.

A China negou apelos iniciais para que observadores pudessem estar presentes quando do julgamento de Dhondup Wangchen. Tal gera graves preocupações quanto à eventualidade do julgamento de Dhondup Wangchen decorrer em segredo. Para além disso, Dhondup Wangchen viu negado o acesso ao advogado para si escolhido pela sua família, Li Dunyong, da firma de advogados de Pequim Gongxin.

Foram levantadas preocupações relativas ao facto de que Dhondup Wanghcen possa não ser sujeito a um julgamento justo e aberto, após as notícias referentes à execução de até quatro Tibetanos em Lhasa, a 20 de Outubro 2009. Estes Tibetanos estiveram envolvidos nas manifestações que varreram o Tibete, na Primavera passada. Crê-se que as suas execuções são politicamente motivadas e que os condenados não foram sujeitos a um processo judicial justo.

Com a aproximação da visita do Presidente dos EUA Barak Obama à China (15-18 Novembro), creio que é a altura crucial para todos os governos pressionarem a China a libertar Dhondup Wangchen e todos os prisioneiros políticos, e solicitar aos líderes Chineses que instiguem processos judicais que permitirão julgamentos justos e abertos.

Eu apelo a que solicite ao governo Português para que pressione os seus parceiros Chineses a:

1. solicitar informação completa relativamente ao caso de Dhondup Wangchen, incluindo as acusações que ele enfrenta e de que forma se encontra o seu julgmento.

2. peça permissão para enviar observadores ao julgamento, de forma a assegurar que Dhondup Wangchen tem um julgamento aberto, garantido pela constituição da China, e que ele possa receber aconselhamento legal, da sua própria escolha.

3. que imediatamente libertem Dhondup Wangchen, uma vez que o seu único "crime" foi o de exercer o direito à liberdade de expressão, tal como garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Com os meus melhores cumprimentos,
....................................................
[inserir o seu nome]


Friday, October 30, 2009

Declaration by the Presidency on behalf of the European Union regarding the recent executions of two Tibetans

Brussels, 29 October 2009
15132/09 (Presse 313)
P 120/09

PRESS RELEASE

Subject: Declaration regarding the recent executions of two Tibetans

Declaration by the Presidency on behalf of the European Union regarding the recent executions of two Tibetans

The European Union condemns the recent executions of two Tibetans, Mr Lobsang Gyaltsen and Mr Loyak.

On the basis of its principled opposition to the death penalty, the EU, on 8 May 2009, called for a commutation of the death sentences handed down by Lhasa Intermediate People’s Court to several Tibetans, among them Mr Lobsang Gyaltsen and Mr Loyak, following the Lhasa riots in March 2008.

The EU respects China’s right to bring those responsible for the violence to justice but reaffirms its longstanding opposition to the use of the death penalty under all circumstances. The EU also recalls that in case the death penalty is maintained, internationally recognised minimum standards must be respected. These include all possible safeguards to ensure a fair trial and adequate representation.

The EU reiterates its concerns about the conditions under which the trials were conducted, especially with regard to whether due process and other safeguards for a fair trial were respected.

The EU calls on China to commute all sentences of death imposed on persons for their alleged involvement in the Lhasa riots in March 2008.
The EU continues to call on the Chinese authorities to abolish the death penalty completely and, as a first step, to establish a moratorium as urged by the United Nations General Assembly in its resolutions 62/149 and 63/168.

The Candidate Countries Turkey, Croatia* and the former Yugoslav Republic of Macedonia*, the Countries of the Stabilisation and Association Process and potential candidates Albania, Bosnia and Herzegovina, Montenegro, and the EFTA countries Iceland, Liechtenstein and Norway, members of the European Economic Area, as well as the Republic of Moldova align themselves with this declaration.
* Croatia and the former Yugoslav Republic of Macedonia continue to be part of the Stabilisation and Association Process.

http://www.consilium.europa.eu/uedocs/NewsWord/en/gena/110776.doc

Wednesday, October 28, 2009

URGENTE

O Grupo de Apoio ao Tibete apelou hoje, junto do governo e do MNE português, visando uma tomada de posição semelhante à do Foreign Office britânico, cujo press release se encontra no post anterior.

Ajude-nos a ter mais força, juntando-se à nossa voz e mediante o envio de apelos semelhantes, através do seguinte link:

http://www.portugal.gov.pt/pt/Pages/Contacto.aspx

Basta inserir a sua mensagem, preencher algumas linhas e já está!
Obrigada, por um Tibete com Direitos Humanos para os Tibetanos!
Grupo de Apoio ao Tibete

Segue a mensagem enviada pelo Grupo de Apoio ao Tibete, via link e correio postal:

O Grupo de Apoio ao Tibete condena o governo Chinês pelas execuções de quatro Tibetanos, Lobsang Gyaltsen, Loyak, Penkyi e um quarto Tibetano por identificar, em Lhasa no dia 20 de Outubro.


A decisão chinesa de execução dos quatro referidos Tibetanos é uma afronta judicial internacional. Estas execuções foram politicamente motivadas, e são justas as preocupações relativamente ao facto dos condenados não terem tido acesso a um julgamento livre.

As execuções de 20 de Outubro mostram que a China utilizará todos os métodos à sua disposição para intimidar os Tibetanos e esmagar qualquer espécie de oposição à ocupação Chinesa do Tibete.

Lobsang Gyaltsen e Loyak foram condenados à morte no dia 8 de Abril de 2009. Foram acusados de terem "ateado fogos fatais" devido aos quais, e de acordo com a agência noticiosa Xinhua, sete Chineses faleceram a 14 de Março, quando quatro dias de protestos pacíficos por parte de monges Tibetanos escalaram em protestos nas várias cidades Tibetanas. A 8 de Abril, Xinhua declarava que os referidos Tibetanos "tinham que ser executados de forma a acalmar a raiva das pessoas."

O Grupo de Apoio ao Tibete apela a que o governo Chinês:

* De imediato páre com acrescidas execuções de Tibetanos.

* Publique os nomes com referência ao paradeiro dos mais de 1,200 Tibetanos desaparecidos desde os protestos de Março/ Abril 2008.

* Aceda ao pedido realizado em Novembro 2008 pela Comissão Contra a Tortura das NU e visando "um inquérito independente e completo acerca do excessivo uso de força sobre os manifestantes pacíficos."

* Aceite as iniciativas desenvolvidas pelo Dalai Lama e negoceie uma resolução pacífica, relativamente aos 60 anos de ocupação do Tibete.

O Grupo de Apoio ao Tibete apela ao governo Português para que, à semelhança do governo britânico ( http://www.fco.gov.uk/en/news/latest-news/?view=News&id=21082898) condene as execuções e interceda junto do governo Chinês, de forma a que os Tibetanos possam ter acesso a julgamentos livres e a representação legal, assim como que o staff consular e jornalistas estrangeiros possam assistir aos referidos julgamentos.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Grupo de Apoio ao Tibete

Press Release British Foreign Office

Executions of two Tibetans in Lhasa
23 Oct 2009

Foreign Office Minister Ivan Lewis condemned the recent executions in Lhasa of two Tibetans, Mr Lobsang Gyaltsen and Mr Loyak, on Friday 23 October.
Ivan Lewis also called on China to urgently review the cases of those who remain under sentence of death.

He said:

'I condemn the recent executions in Lhasa of two Tibetans, Mr Lobsang Gyaltsen and Mr Loyak. We respect China's right to bring those responsible for the violence in Tibet last year to justice. But the UK opposes the death penalty in all circumstances, and we have consistently raised our concerns about lack of due process in these cases in particular.

I expressed my deep concern about these cases during my visit to Tibet in September and urged the authorities not to carry out the death sentence. We have also raised these concerns through the European Union.

I call on China to review urgently the cases of those who remain under sentence of death for their alleged involvement in last year’s unrest.'

http://www.fco.gov.uk/en/news/latest-news/?view=News&id=21082898

Friday, October 23, 2009

DECLARAÇÃO CONJUNTA DO MOVIMENTO GLOBAL TIBETANO CONDENANDO AS EXECUÇÕES DE TIBETANOS NO TIBETE

As 166 organizações associadas à International Tibet Support Network condenam o governo Chinês pelas execuções de vários Tibetanos; Lobsang Gyaltsen, Loyak, Penkyi e um quarto Tibetano não identificado, em Lhasa no dia 20 de Outubro.

A decisão Chinesa de executar estes Tibetanos é uma afronta ao sistema judicial internacional. Estas execuções têm claramente um motivo político (vide Notas 1 & 2), e são legítimas as preocupações relativamente ao facto dos condenados não terem tido acesso a um julgamento justo.
As execuções de terça-feira mostram que a China usará todos os métodos à sua disposição para intimidar os Tibetanos e esmagar toda e qualquer oposição à sua ocupação do Tibete. Lobsang Gyaltsen e Loyak foram condenados à morte no dia 8 de Abril de 2009. Foram acusados de terem "ateado fogos fatais" devido aos quais, e de acordo com a agência noticiosa Xinhua, sete Chineses faleceram a 14 de Março, quando quatro dias de protestos pacíficos por parte de monges Tibetanos escalaram em protestos nas várias cidades Tibetanas.
A 8 de Abril, Xinhua declarava que os referidos Tibetanos "tinham que ser executados de forma a acalmar a raiva das pessoas." De acordo com os procedimentos judiciais, as sentenças à pena de morte devem ser revistas pelo Tribunal Supremo do Povo antes da sua execução, no entanto não existe informação relativamente ao facto de tais revisões terem ocorrido nos casos acima mencionados.
A identidade dos restantes Tibetanos executados - Penkyi e aparentemente uma quarta pessoa - permance por esclarecer. Três Tibetanos receberam sentenças de morte suspensas no âmbito de acusações de pilhagem em Abril 2009. Gangtu e Tenzin Phuntsog receberam sentenças de morte suspensas por dois anos, no mesmo dia em que Lobsang Gyaltsen e Loyak foram condenados.
Foi ainda emitida uma sentença a Dawa Sangpo. No dia 21 de Abril, Xinhua relatou que três mulheres Tibetanas foram condenadas, tendo sido acusadas de pilhagens que resultaram na morte de seis pessoas. Penkyi de Sakya recebeu uma sentença de morte suspensa por dois anos e outra Penkyi de Nyemo foi condenada a prisão perpétua; Chime Lhamo de Namling foi condenada a dez anos de prisão.
Em resposta às execuções, representantes do movimento Tibetano realizaram as seguintes declarações:
Lhadon Tethong, Directora Executiva de Students for a Free Tibet disse; "Estas execuções, as primeiras execuções de Tibetanos conhecidas desde 2003, são um "travesti" da justiça e assinalam uma escalada alarmante na violenta campanha do governo Chinês visando castigar, intimidar e silenciar os Tibetanos que ousam expressar-se contra o domínio Chinês. Tibetanos e seus apoiantes em todo o mundo irão nos próximos dias manifestar-se nas ruas, com o intuito de condenarem estas execuções e apelarem a uma acção imediata por parte dos nossos governos.
Nós apelamos também ao Presidente Norte-Americano Obama para que condene estas execuções e empreenda uma acção firme e concreta visando o fim da ocupação Chinesa do Tibete, quando realizar a sua primeira visita à China no próximo mês."

Paul Bourke do Australia Tibet Council disse; "Estas execuções brutais simbolizam a intenção Chinesa de reforçar o controlo político no Tibete, ao invés de serem o resultado da justiça. As execuções visam enviar um forte aviso aos Tibetanos - qualquer exibição pública de descontentamento relativamente ao domínio Chinês sobre o Tibete será correspondido da forma mais dura possível. Tendo em conta estas notícias tremendas, é mais do que imperativo que o Primeiro Ministro Rudd se encontre com o Dalai Lama em Dezembro, com o intuito de discutirem acerca de uma acção construtiva a ser tomada pelo governo Australiano e visando uma resolução justa para o povo Tibetano.

Dhardon Sharling da Tibetan Women's Association disse; "Os membros da International Tibet Support Network sinceramente esperam que os governos em todo o mundo se juntem a nós na condenação das execuções de terça-feira. A questão Tibetana, e os associados abusos de direitos humanos e repressão brutal inflingidos pelo governo Chinês não desaparecerão enquanto não ocorrer uma resolução política viável e concreta, relativamente aos 60 anos da ocupação do Tibete. No entanto as autoridades Chinesas rejeitaram com desdém as iniciativas de Sua Santidade visando uma solução mutualmente benéfica tanto para a China como para o Tibete. Apelamos à comunidade internacioanl que fortemente interceda junto das autoridades Chinesas, para que negoceiem uma solução pacífica para esta injustiça a longo-prazo.
Stephanie Brigden do Free Tibet acrescentou; "As execuções de terça-feira são uma afronta. Apesar da lei Chinesa conter providências segundo as quais estes casos deveriam ser julgados num tribunal aberto - onde observadores independentes podem estar presentes - estes quatro Tibetanos foram condenados dentro de portas fechadas. É impossível ter alguma espécie de confiança no facto das mais básicas salva guardas legais terem sido tomadas. Em Dezembro do ano passado as NU confirmaram que o uso da força, obtido através da tortura e com o intuito de assegurar condenações é uma rotina comum na China - oficiais chineses reconheram inclusivamente que "quase todas as condenações recentes se baseam em interrogaçoes ilegais."

As organizações associadas à International Tibet Support Network, coalição global de grupos de apoio ao Tibete, solicitam que a China:
* De imediato páre com acrescidas execuções de Tibetanos e comute quaisquer outras sentenças de morte existentes;
* Publique os nomes, com referência ao paradeiro, dos mais de 1,200 Tibetanos desaparecidos desde os protestos de Março/ Abril 2008;
* Aceda ao pedido realizado em Novembro 2008 pela Comissão Contra a Tortura das NU e visando "um inquérito independente e completo sobre o excessivo uso de força, incluíndo o seu uso sobre manifestantes pacíficos."
* Aceite as iniciativas desenvolvidas pelo Dalai Lama e negoceie uma resolução pacífica, relativamente aos 60 anos de ocupação do Tibete.

As 166 associações da International Tibet Support Network apelam a todos os governos que condenem estas execuções e que sejam obtidas garantias por parte da China de que todos os julgamentos de Tibetanos terão lugar num tribunal aberto, que os acusados terão direito a representantes legais, que as salvaguardas legais sejam respeitadas, e que a presença de staff consular assim como jornalistas estrangeiros seja permitida, quando solicitada.

A International Tibet Support Network
(vide nota 3 para uma lista completa de organizações associadas)
Notas:

1. Um relatório da Human RIghts Watch de March 2009 revelou um sistema judicial tão politizado que qualquer possibilidade de um julgamento justo para os Tibetabnos, está por completo afastada. O relatório concluiu que o "princípio da independência do judicial se encontra minado por parte da exigente liderança Chinesa que pretende uma submissão da polícia e dos tribunais ao requerimentos políticos." Por exemplo, a 19 de Março 2008, antes mesmo de qualquer decisão por parte de um tribunal, a procuradoria de Lhasa "foi organizada, planeada e premeditada pela clique do Dalai Lama," e nos casos de 24 suspeitos criminais formalmente detidos nesse dia " os crimes eram óbvios e as evidências suficientes" para determnar que haviam cometido "crimes de segurança de estado." http://www.hrw.org/en/news/2009/03/09/china-hundreds-tibetan-detainees-and-prisoners-unaccounted

2. Durante uma reunião intitulada “Working Commission to adjudicate cases involving 14 March Riot,” convocada pelo Alto Tribunal do Povo da Região Autónoma Tibetana (RAT) a 2 Abril 2008, Pema Trinley, Vice Governador Executivo da RAT apelou a que o sistema judiciário agisse com rapidez e esmagasse a "clique do Dalai." Afirmou que uma forte acção legal deveria ser realizada juntamente com a política do partido e de forma a que o veredicto final ganhasse dividendos políticos, legais e sociais, quando se referia a atingir a estabilidade política e social. Fonte: Centro Tibetanos para os Direitros humanoa e Democracia
3. A International TIbet Support Network, http://www.tibetnetwork.org
Os 166 membros dathe International Tibet Support Network são:

América do Norte:
Association Cognizance Tibet, North CarolinaBay Area Friends of TibetBoston Tibet NetworkCanada Tibet CommitteeChina Tibet InitiativeColorado Friends of TibetCommittee of 100 for TibetDhokam Chushi GangdrukInternational Campaign for TibetInternational Tibet Independence MovementLos Angeles Friends of TibetMonadnock Friends of TibetNorthwest Tibetan Cultural AssociationRangzen AllianceSan Diego Friends of TibetSanta Barbara Friends of TibetSeattle Friends of TibetSierra Friends of TibetStudents for a Free TibetStudents for a Free Tibet – CanadaThe Tibetan Alliance of ChicagoThe World Tibet Day FoundationTibet Committee of FairbanksTibet Justice CenterTibetan Association of IthacaTibetan Association of Northern CaliforniaTibetan Association of Santa FeTibetan Association of South CaliforniaTibetan Cultural Association - QuebecTIBETmichiganToronto Tibet Youth CongressU.S. Tibet CommitteeWestern Colorado Friends of Tibet
América Central & e América do Sul:
Amigos del Tibet, El SalvadorAsociacion Cultural Peruano TibetanaCasa Tibet MexicoGrupo De Apoyo a Tibet ChileGrupo Pro-Cultura Tibetana, ChileCentro De Cultura TibetanaLe Club FrancaisPensando En Tibet - MexicoTibet Group-PanamaTíbet Patria Libre, Uruguay
Ásia:
Bharrat Tibbat Sahyog Manch, IndiaCircle of Friends (Philippines)Core Group for Tibetan Cause, IndiaFoundation for Universal Responsibility of H. H. the Dalai LamaFriedrich-Naumann FoundationGannasamannayGu-Chu-Sum Movement of TibetHimalayan Committee for Action on TibetIndia Tibet Friendship SocietyLung-taMahatma Gandhi Tibet Freedom MovementNational Campaign for Tibetan Support, IndiaNational Democratic Party of TibetRaise Tibetan Flag CampaignRoof of the World Foundation, IndonesiaSFT-IndiaTaiwan Friends of TibetTaiwan Tibet Exchange FoundationThe Youth Liberation Front of Tibet, Mongolia and TurkestanTibet Lives, IndiaTibet Solidarity Forum, BangladeshTibet Support Group Kiku, JapanTibet Support Network JapanTibetan Parliamentary and Policy Research CentreTibetan Women's Association (Central)Tibetan Youth CongressSFT JapanStudents for a Free Tibet - Bangladesh
Australasia:
Australia Tibet CouncilFriends of Tibet New ZealandStudents for a Free Tibet New ZealandTibetan Community of Australia (Victoria)Tibet Action Group of Western
Australia Africa & the Middle East:
Friends of Tibet - Isamailia (Egypt)Israeli Friends of the Tibetan PeopleSouth African Friends of TibetTibet Support Group Kenya
Europa Ocidental:
Aide aux Refugies TibetainsAssociation DorjeAssociation Drôme Ardèche-TibetAssociation of Tibetans in GermanyAssociation Rencontres Tibetaines - C.S.P.T. Midi-PyreneesAssociazione Italia-TibetAustrian Committee for TibetBriancon05 Urgence TibetCaisse d'Aide aux Prisonniers TibetainsCasa del Tibet - SpainComite de Apoyo al Tibet (Madrid)Comite de Soutien au Peuple Tibetain - BretagneComite de Soutien au Peuple Tibetain (Les Lilas)Comite de Soutien au Peuple Tibetain (Switzerland)Comite de Soutien au Peuple Tibetain de l'HeraultEco-Tibet FranceEcoTibet IrelandFrance-TibetFree Tibet CampaignGames of Beijing, SwitzerlandSwiss Tibetan Friendship AssociationGroupe Non-Violent Louis Lecoin, FranceGrupo de Apoio ao Tibete, PortugalInternational Campaign for Tibet DeutschlandInternational Campaign for Tibet EuropeInternational Society of Human Rights, Munich ChapterISCOS-CISL Jamtse Thundel AssociationLa Porte du Tibet, GenevaLes Amis du Tibet - BelgiumLes Amis du Tibet LuxembourgLions Des NeigesLions Des Neiges Mont Blance, FranceMaison des HimalayasMaison du Tibet - Tibet Info Nos Amis de l'HimalayaNice Tibet, FranceObjectif TibetPasseport TibetainReseau International des Femmes pour le TibetSave Tibet, AustriaSociety for Threatened Peoples International (Associate Member)Solidarite TibetStudents for a Free Tibet - FranceStudents for a Free Tibet - UKTibet 59 / 62 Tibet DemocratieTibet Initiative DeutschlandTibet Libertes, France Tibet Society, U.K.Tibet Support Group - IrelandTibet Support Group - NetherlandsTibet Unterstutzung LiechtensteinTibetan Community AustriaTibetan Community in BritainTibetan Community in IrelandTibetan Youth Association in EuropeTibetan Youth UKTibetisches Zentrum HamburgTSG Free Tibet And YouTsowa-Maintenir la Vie, France Urgence TibetVrienden Van TibetEuropa do Norte:Association of Free Tibet Friends of Tibet in FinlandSwedish Tibet CommitteeThe Norwegian Tibet CommitteeTibet Support Committee Denmark -Tibetan Community in Denmark Tibetan Community Sweden
Europa Central e Oriental:
TSG - Slovenia Friends of Tibet Society St. Petersburg, RussiaHelsinki Foundation for Human Rights - Tibet Desk Lithuanian Tibet Culture FoundationPolish Movement for a Free TibetSociety for Croatia-Tibet FriendshipStudents for a Free Tibet, PolandThe Foundation for Civil Society, Russia Tibet cesky (Tibet in Czech)Tibet Support Association - HungaryTibet Support Group - Krasnodar Region, RussiaTibet Support Group - RomaniaTibet Support Group - Sochi Region, RussiaTibetan Programme of The Other Space FoundationUnion Latvija Tibetai (Latvia for Tibet )Zida Cels, Latvia

URGENTE

Caros Amigos,

Encontra-se disponível uma acção online dirigida ao Ministro da Justiça Chinês Wu Aiying em:
http://org2.democracyinaction.org/o/5380/t/5114/p/dia/action/public/?action_KEY=598


Na mesma é pedido que:

- as execuções cessem;

- as restantes sentenças sejam comutadas;

- quaisquer julgamentos seguintes sejam livres e abertos;

- todos os casos relacionados com os eventos Março / Abril 2008 sejam suspensos até ocorrer um inquérito independente e completo sobre os eventos;

- seja fornecida uma lista com todos os nomes e paradeiro dos Tibetanos ainda sob detenção;

- que nenhum prisioneiro seja alvo de tortura ou maus tratos, que tenha a possibilidade de receber visitas de familiares, acesso a advogados de sua escolha e que possa receber tratamento médico.

POR FAVOR PARTICIPE NESTA ACÇÃO E DIVULGUE-A TÃO AMPLAMENTE QUANTO POSSÍVEL.

Apele junto do governo Português

Junte-se a nós e deixe a sua mensagem de condenação das referidas execuções junto do governo Português em:
Apele junto do governo português para que este condene as execuções junto das autoridades Chinesas !

PRESS RELEASE

DECLARAÇÃO DO GRUPO DE APOIO AO TIBETE CONDENANDO AS EXECUÇÕES DE TIBETANOS NO TIBETE

[23 Outubro 2009] O Grupo de Apoio ao Tibete condena o governo Chinês pelas execuções de quatro Tibetanos, Lobsang Gyaltsen, Loyak, Penkyi e um quarto Tibetano por identificar, em Lhasa no dia 20 de Outubro.

A decisão chinesa de execução dos quatro referidos Tibetanos é uma afronta judicial internacional. Estas execuções foram politicamente motivadas, e são justas as preocupações relativamente ao facto dos condenados não terem tido acesso a um julgamento livre.
As execuções da passada terça-feira mostram que a China utilizará todos os métodos à sua disposição para intimidar os Tibetanos e esmagar qualquer espécie de oposição à ocupação Chinesa do Tibete. Lobsang Gyaltsen e Loyak foram condenados à morte no dia 8 de Abril de 2009.
Foram acusados de terem "ateado fogos fatais" devido aos quais, e de acordo com a agência noticiosa Xinhua, sete Chineses faleceram a 14 de Março, quando quatro dias de protestos pacíficos por parte de monges Tibetanos escalaram em protestos nas várias cidades Tibetanas. A 8 de Abril, Xinhua declarava que os referidos Tibetanos "tinham que ser executados de forma a acalmar a raiva das pessoas."
O Grupo de Apoio ao Tibete apela a que o governo Chinês:

* De imediato páre com acrescidas execuções de Tibetanos. * Publique os nomes e paradeiro dos mais de 1,200 Tibetanos desaparecidos desde os protestos de Março/ Abril 2008.
* Aceda ao pedido realizado em Novembro 2008 pela Comissão Contra a rdas NU e visando "um inquérito independente e completo sobre o excessivo uso de força sobre os manifestantes pacíficos."

* Aceite as iniciativas desenvolvidas pelo Dalai Lama e negoceie uma resolução pacífica, relativamente aos 60 anos de ocupação do Tibete.
O Grupo de Apoio ao Tibete apela ao governo Português para que condene as execuções e interceda junto do governo Chinês, de forma a que os Tibetanos possam ter acesso a julgamentos livres e a representação legal, assim como que o staff consular e jornalistas estrangeiros possam assistir aos referidos julgamentos.
FIM

China executes 4 Tibetans

According to latest information received by Dharamsala-based Tibetan Centre for Human Rights and Democracy (TCHRD), as many as four Tibetans were executed on Tuesday for their alleged involvement in the 2008 anti-China unrest in the Tibetan capital Lhasa.

TCHRD, which monitors human rights situation in Tibet, said Thursday it received confirmed information from reliable sources that at least four Tibetans were executed under the supervision of the Lhasa Municipality Intermediate People’s Court on Tuesday.The centre said Lobsang Gyaltsen, Loyak, Penkyi and an unnamed Tibetan were executed. Tibetan Government-in-exile has also confirmed the execution report. A report on its official website said Lobsang Gyaltsen, aged 27, born in Lhasa; Loyak, aged 25, of Tashi Khang, Shol Township, Lhasa and Penkyi, aged 21, born in Sakya County were executed in Lhasa on Tuesday. It said the identity of the fourth person is not known.
Sources told TCHRD that the dead body of Lobsang Gyaltsen from Lubug, located on the outskirt of Lhasa city, was handed over to his family and his dead body was later known to have been immersed in Kyichu River. The centre said it was not clear whether the victims were allowed to appeal their cases to the Supreme People’s Court.

On
April 8, 2009, Lhasa Municipal Intermediate People’s Court handed down death sentences to Lobsang Gyaltsen and Loyak, and two others, Tenzin Phuntsok and Kangtsuk, to suspended death penalties and another Dawa Sangpo to life imprisonment.The five were convicted of torching five shops in Lhasa that allegedly left seven people dead during the March 14 unres.
On April 21, 2009, Chinese state media reported that the same court sentenced a Tibetan girl to death with a two-year reprieve and two others to long jail terms for setting fires that allegedly killed six people in the Lhasa protest last year. While Penkyi, a 20-year old of Norbu village, Dogra Township in Sakya County, received suspended death sentence, the other two girls, one of them named also Penkyi, aged 23, of Thantoe village, Margkyang township in Nyemo County, was sentenced to life imprisonment and the other 20-year-old Chime Lhamo, of Sholtoe village, Namling township in Shigatse Namling County, was sentenced to jail for 10 years.
TCHRD says it is highly concerned about the fate of remaining Tibetans facing suspended death sentences. Condemning the execution of four Tibetans, the centre has urged the Chinese government to show restraint and ensure fair trials to others facing death sentences and other charges.Centre has also called on UN Special Rapporteur on Extra Judicial, Summary, or Arbitrary Execution and the international community to pay urgent attention to situation inside Tibet.
TCHRD said said no information on the execution of four Tibetans was reported anywhere in the Chinese state media and added that it was waiting for further information.Meanwhile, five major Tibetan NGOs have called for a massive peaceful candle light vigil here this evening to pray for the four Tibetans and to highlight the situation inside Tibet.

Sunday, October 18, 2009

Tres Tibetanos detidos pelas autoridades Chinesas

Autoridades no Condado de Sog, perfeitura de Nagchu, detiveram tres Tibetanos no dia 1 de Outubro, dia em que a China celebrou o 60 aniversario do partido comunista, de acordo com Ngawang Tharpa, Tibetano de Nagchu e actualmente a residir no exilio.
Gyalseng de 25 anos de idade, Yeshi Namkha, 25, e Nima Wangchuk, 24, foram detidos pela policia quando se encontravam na sua vila (Rada).
Foram acusados de afixarem fotografias do lider Tibetano exilado S.S. Dalai Lama, assim como de divulgacao dos discursos de S.S. numa popular chatroom chinesa.
As autoridades Chinesas acusaram tambem os tres jovens de contactos com as "forcas separatistas estrangeiras."
Ngawang acrescentou tambem que as autoridades se encontram a monitorizar tanto a internet como a rede de telecomunicacoes na area e que as pessoas devem mostrar as suas identificacoes em varios checkpoints especialmente criados para o efeito.
Referindo por ultimo que a noticia referente a detencao dos tres Tibetanos apenas foi divulgada quinze dias apos a sua detencao.
O paradeiro dos detidos continua desconhecido.
In
Phayul.com
P.S.
Pedimos desculpas pelas falhas na acentuacao e pontuacao.
Tal deve-se a utilizacao de teclado irlandes, no ambito da reuniao europeia de Grupos de Apoio ao Tibete, a decorrer em Dublin.

Thursday, October 15, 2009

Tibet Third Pole

Tibet Third Pole Joins NGOs from around the World at the UN’s Climate Negotiations to Press for Climate Change Justice

www.tibetthirdpole.org


Tibet Third Pole joined NGOs from around the world today at the UN’s climate-change negotiations in Bangkok, Thailand, to advocate for equitable and durable solutions to the world’s growing climate-change crisis. For Tibetans and more than one billion Asians downstream from Tibet, the stakes couldn’t be higher.

Known as the Earth’s Third Pole because it holds more freshwater, stored as glacial ice, than any other place on Earth except the Arctic and Antarctic, the Tibetan Plateau is warming twice as fast as the rest of the world. Scientists are already warning of the disruption of essential ecosystem services, including water resources, as well as increasing risk of catastrophic floods and impacts to the Indian monsoon, which provides vital rainfall to people from Pakistan to eastern China.

China’s response to this growing climate-change crisis has been two-fold. First, China has begun building dozens of mega-dams and water diversion projects to capture and re-direct water from a region that stretches from Pakistan, through India and SE Asia to an increasingly thirsty China.

Second, China is forcibly removing all of Tibet’s 2.25 million nomadic herders from the region’s high-altitude grasslands, exacerbating a climate-change crisis with a human-rights crisis and covering it all up with a greenwash of landscape-scale conservation.

“This human-rights crisis comes despite the traditional ecosystem knowledge that the nomads have used, every day for millennia, to live sustainably on the plateau,” said Venerable Ngawang Woeber, a member of Tibet Third Pole and president of the NGO Guchusum.

“China’s removal of Tibet’s nomads only worsen the climate-change crisis already affecting the region, even as scientific evidence continues to confirm the nomads’ positive role in promoting ecosystem abundance, diversity, and resilience. Why on Earth would you remove a people whose knowledge is essential to the restoration, management, and conservation of ecosystem services that more than a billion people depend on?”

“We formed Tibet Third Pole in response to China’s threat to Tibetans and Asians alike,” said Charlotte Mathiassen, co-coordinator of Tibet Third Pole. “We seek to build alliances and collaborations with scientists, governments, NGOs, and peoples across Asia whose fate and future depend on the ecosystem services that the Tibetan Plateau provides."

Tibet Third Pole’s mission focuses on advocacy and alliance building in order to secure:
An immediate halt to all land uses that threaten the Tibetan Plateau's ecosystems and ecosystem services, especially the plateau’s water resources;

An independent, international scientific assessment of the Tibetan Plateau's ecosystems, ecosystem services, & land-use policies;

An immediate halt to the removal of Tibetan nomads from the grasslands;

The use of social & ecological assessment tools & data to determine appropriate human & ecosystem adaptation and mitigation strategies on behalf of sustainable land uses and landscape-scale conservation;

Transparent, inclusive, & participatory transboundary resource management & decision-making mechanisms that include all local and regional stakeholders whose lives depend on the ecosystem services of the Tibetan Plateau, including Tibet’s nomadic herders;

The creation of strategic conservation zones across the Tibetan Plateau as a way to enhance the health of ecosystem services & that involve and support the traditional livelihoods and sustainable land-use practices, both in Tibet and in downstream nations.

The world has gathered in Bangkok to continue addressing the ethical challenge that climate change has created: Does a sovereign nation have a moral responsibility to act not only in its own self-interest, but also in the interest of people living beyond its borders?
We answer yes, and agree with UN Secretary General Ban Ki-moon that these negotiations constitute a “moral imperative” they must be “guided by the principles of equity and transparency, and involve all in the decisions that affect us all.”
“We formed Tibet Third Pole to seek just and enduring solutions not only on behalf of the Tibetan Plateau, Tibet’s nomads, and their essential role in sustaining the plateau’s critical ecosystem services,” said Kirti Dolkar Lhamo, president of Tibetan Women's Association and a member of the T3P alliance. “We are here to work with all whose lives depend on the shared, life-sustaining ecosystem services that the Tibetan Plateau provides.”

Tuesday, October 13, 2009

Para mais informações acerca de Dhondup Wangchen e formas de pressionar o governo Chinês pela sua libertação,
p.f. acedam a:

Libertem Dhondup Wangchen !

Dhondup Wangchen é um realizador Tibetano que se encontra numa prisão, no Tibete.
Foi detido em Março 2008 devido a ter filmado entrevistas com Tibetanos, nas quais estes foram questionados acerca das suas opiniões relativamente a viverem sob domínio Chinês, acerca do Dalai Lama e também sobre os Jogos Olímpicos.
As entrevistas na sua totalidade constituíram um documentário poderoso intitulado "Leaving Fear Behind"(v. "Links List") e que já foi exibido em mais de 30 países.

Dhondup Wangchen foi acusado de "incitar ao separatismo" e o seu julgamento poderá ter início a qualquer dia no Siling, situado no Tibete oriental (em Chinês: Xining, província do Qinghai).
O advogado escolhido pela família de Dhondup Wangchen foi impedido de o representar, por parte das autoridades Chinesas, o que desde já causa bastante preocupação relativamente à justiça e transparência do seu julgamento.
Em detenção Dhondup Wangchen foi torturado e não recebeu algum tratamento médico sofrendo de Hepatite B.
Como fazer algo por Dhondup Wangchen?
Continuando a pressionar as autoridades Chinesas pela sua libertação.
Como?
Enviando a carta redigida em Inglês e dirigida a Qiang Wei, Secretário do Partido na Província do Qinghai, mediante a qual apelamos à libertação de Dhondup Wangchen.
A mesma encontra-se disponível em:

Sunday, October 11, 2009



Thich Quang Do, o Venerável Patriarca da Igreja Budista Unificada do Vietnam Vietnamitas. no interior e fora do país, para que boicotassem os produtos Chineses, como forma de defender a democracia no Vietnam.

O líder e candidato a Prémio Noble da Paz 2009, de 80 anos, enviou o "Apelo ao Boicote de produtos Chinese" a partir do mosteiro de Thanh
Minh Zen,em Saigão, onde se encontra em prisão domiciliária.

In
http://www.queme.net/eng/index_detail.php?numb=1256

This call for a boycott is a follow-up to his “Appeal for a month of Civil Disobedience” (29.3.2009) for a “movement of non-violent resistance” to protest the security risks and environmental dangers of Bauxite mining in the Central Highlands and China’s encroachment on Vietnamese national sovereignty. “There is no doubt about it”, says Thich Quang Do, “be it defending Vietnam’s territory or protecting its economic interests, the Communist Party and the government have put our fate into China’s hands”.

For the first time in history, he says, after 2,000 years of struggle against foreign aggression, the Vietnamese people are caught between two forces, the “foreign invader” (China) and the “inside invader” - the Vietnamese Communist Party, China’s 5th column, which is undermining the people’s thinking, politics, culture and economy from within. The boycott is “a weapon”, says Thich Quang Do, to help Vietnamese “overcome these two invasions from without and within”.

Thich Quang Do stresses that he does not seek to stir up ultra-nationalism or anti-Chinese sentiments: “boycotting Chinese goods is not an expression of narrow chauvinism aimed at opposing the people of China or Chinese workers settling in Vietnam. On the contrary, the Chinese people and workers are the victims of Communist Party policies, just like the people, workers and peasants of Vietnam. Boycotting Chinese goods means boycotting the hegemony and expansionist policies of Beijing’s Communist rulers”.

Thich Quang Do stresses that the boycott “is not prompted by political reasons alone, but by the grave effects of poor quality and toxic Chinese goods on the health and environment of Vietnamese consumers”. The massive influx of cheap Chinese goods on the Vietnamese market in this period of economic crisis is also causing grave labour concerns in Vietnam.

Although the bad quality of Chinese products is well-known, all criticism is forbidden in Vietnam. Concerns expressed by eminent economists and China specialists such as Pham Chi Lan of the Institute of Development Studies (VietnamNet, 16-18.6.2009) had met with angry protests from the Chinese Ambassador in Hanoi, who demanded that Hanoi censor all negative portrayals of China in the State-controlled media. One month later, Vietnam adopted Decree 97, which severely restricts scientific research, and the Institute of Development Studies announced that it was closing down. “Could it be”, asked Thich Quang Do, “that Decision 97, adopted by the Prime Minister on 24.7.2009, which prohibits all scientific and technical organisations from expressing ideas at odds with the Party lines, directives and policies, responds to Beijing’s pressure to forbid Vietnamese people from criticising China?”

China’s creeping influence on Vietnam could also be seen, he adds, by the recent article on the Communist Party’s official online newspaper (4.9.2009) on a military operation in the Paracel islands described as an effort to “defend the fatherland's southern sea frontier.” The “fatherland” in question was China, not Vietnam...

Thich Quang Do stressed that the use of a boycott as a means of non-violent action is especially important in Vietnam’s one-Party State, where people have no right to participate in the political process. “The Vietnamese people have no freedom of expression, freedom of press or assembly. They have no government and no army to directly intervene to defend them against aggression, whether it be military, ideological or economic. Today, in the struggle for freedom, we oppressed peoples have but one weapon – our political stand. We must take a political stand to resist foreign invasion from inside and outside, and to claim our democratic freedoms”.